COLUNA FALANDO DE ARTE #BERNARDBUFFET

ARTE

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Bernard Buffet sempre foi uma figura controversa; de poucas palavras, muitas vezes cínicas, era visto como um pintor “menor”, mesmo depois da fama. Ele namorava Pierre Bergé, quando foi trocado pelo estilista Yves Saint Laurent (essa cena até aparece na biografia do filme – a com Pierre Niney). Bernard foi introduzido por Bergé nas altas rodas parisienses – andava com Jean Cocteau, com as principais editoras de moda da época, com modelos, empresários – ele detestava esse mundo; seu gosto era pintar.

Chegou a fazer um portrait de Yves Saint Laurent, que o deixava no escritório.

Em seus últimos anos, passou a sofrer de mal de Parkinson, o que o impedia de trabalhar. Por isso, não mais saía nem era visto pintando. Deprimido com a situação e estando no ateliê de sua casa, no sul da França, suicidou-se, asfixiando-se com um saco plástico.

Atualmente está com uma grande retrospectiva de sua obra em Paris.

POR RICARDO FROES

@rfroes11

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